Se eu dobrar essa posição, o que muda de verdade?
Não só o peso do papel: o setor que ele carrega, a moeda em que ele é negociado e o quanto a carteira inteira passa a depender de uma tese só.
Monte uma carteira de exemplo aqui embaixo e arraste. A conta roda no seu navegador, de graça e sem cadastro.
Esta conta é sua e roda aqui, de graça — pesos iguais entre os papéis que você digitou, e o espaço sai proporcionalmente do resto. O que o Simulador entrega é a leitura: em que setor, moeda e região a sua exposição real se deslocou, e o que a nova composição concentra que a atual não concentrava.
Não só o peso do papel: o setor que ele carrega, a moeda em que ele é negociado e o quanto a carteira inteira passa a depender de uma tese só.
Dos outros papéis, proporcionalmente. A simulação mostra quanto cada um cede — e é aí que aparece a posição que você não queria ter reduzido.
A resposta é um número, não uma sensação: maior posição e peso das três maiores, antes e depois da mudança.
A leitura completa de uma hipótese: por que a fatia em dólar encolheu sem nenhuma decisão sobre moeda, o que a nova composição concentra e o que observar depois. O simulador aqui em cima já faz a aritmética; isto é o degrau seguinte, e é ele que o relatório entrega.
É o trabalho que uma equipe de análise leva semanas para montar — feito sobre o que é seu, etapa por etapa, com a conta e a fonte de cada afirmação.
Você diz onde quer chegar num papel; ele recalcula todos os outros. O espaço sai proporcionalmente do resto, preservando a razão entre as posições — e essa premissa vem escrita, porque outra hipótese daria outros números.
Setor, moeda e região, antes e depois, em pontos percentuais. É onde a mudança faz o que você não pediu: dobrar um papel de petróleo não muda só petróleo — muda câmbio, muda ciclo, muda a correlação com o resto.
Maior posição e peso das três maiores, nos dois cenários. É o número que ninguém calcula de cabeça e o que decide se a carteira ficou mais ou menos dependente de acertar um papel.
O que a versão simulada acumula que a atual não acumulava, e o que ela deixa de cobrir. Descritivo, com o número ao lado — "a exposição a X sobe de A para B", nunca "isso é arriscado demais".
A simulação move pesos, não preços. O relatório fecha com o que acompanhar para saber se a hipótese continua valendo — e nunca projeta valorização de papel nenhum.
Cada afirmação sai com fonte e data. Quando um dado não existe, ele aparece como lacuna declarada — nunca como zero preenchendo tabela.
O direito de arrependimento de 7 dias é seu por lei (art. 49 do Código de Defesa do Consumidor), e vale aqui sem letra miúda: se o relatório não entregar o que esta página promete, escreva e devolvemos. Você não precisa justificar.
Conteúdo informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento nem relatório de análise nos termos da Resolução CVM 20.